Inclusão PCD.Para que todos caibam.
Estruturação de rotinas, evidências e adequações para inclusão de Pessoas com Deficiência. Foco em organização documental, acessibilidade do ambiente, treinamento de liderança e alinhamento com a gestão de SST.
Inclusão técnica.
Cultura humana.
Não basta contratar — é preciso integrar. Avaliamos ambiente, processo, liderança e documentação para que a chegada da PCD seja recepção, não obrigação.
"Acessibilidade não é um favor. É um padrão operacional que, quando ausente, cria obstáculo desnecessário."
O art. 93 da Lei 8.213/91 fixa a cota: empresas com 100 ou mais empregados devem preencher de 2% a 5% dos cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência — 2% até 200 empregados, 3% de 201 a 500, 4% de 501 a 1.000 e 5% acima de 1.000. Mas o que faz a inclusão funcionar é o desenho do ambiente, a postura da liderança e a adequação do processo. Contratar sem estruturar é receita para rotatividade.
Nossa abordagem combina avaliação técnica (acessibilidade NBR 9050:2020), avaliação ocupacional pelo médico do trabalho — inclusive a caracterização da deficiência prevista no Decreto 3.298/1999 e a compatibilização da função com a Lei 13.146/2015 (LBI) —, treinamento de líderes e indicadores contínuos. A meta não é cumprir a cota: é fazer dela uma vantagem operacional real.
Entregáveis completos.
Sete componentes que estruturam o programa do diagnóstico à melhoria contínua — com rastreabilidade total.
Estrutura do programa
Mais que conformidade legal.
O programa nasce da Lei 8.213/91 mas transcende a cota. Entregamos um ambiente verdadeiramente inclusivo, com lideranças sensibilizadas, processos adaptados e indicadores que comprovam o avanço ao longo do tempo.
Como executamos.
Quatro etapas progressivas — do primeiro diagnóstico à operação sustentável do programa.
Diagnóstico
Estrutura, funções, jornada e rotinas internas mapeadas.
Mapeamento
Necessidades de adequação, ajustes de processo e acessibilidade.
Padronização
Modelos de registro e fluxo de evidências em operação.
Operação
Acompanhamento, ajustes e melhoria contínua da cultura de SST.
Para começar o diagnóstico.
Estes são os pontos iniciais que aceleram a montagem do programa e o primeiro diagnóstico técnico.
Estrutura
- Unidades e layout
- Fluxos de circulação
- Responsáveis
Pessoal
- Funções e atividades
- Jornada e turnos
- Documentos existentes
Gestão
- PGR/PCMSO, se houver
- Treinamentos
- Registros de EPC/EPI
Por que a CEMED.
Inclusão rastreável
Padronização de processos e registros plenamente auditáveis.
Adequação do ambiente
Apoio técnico na identificação de ajustes de acessibilidade.
Rotina integrada
Conexão direta com PGR/PCMSO, treinamentos e acompanhamento.
Melhoria contínua
Evolução do programa acompanhada ao longo do tempo.
Continue explorando.
Inicie
a inclusão.
"Um programa de inclusão bem estruturado é um investimento em cultura, em produtividade e em diversidade operacional real."